Renata Pentagna Guimarães, diretora do BS2. Foto: Ester Oliveira/Divulgação

O BS2 vem acelerando o uso de inteligência artificial em suas operações internas, com ganhos expressivos em eficiência e governança. A adoção das ferramentas já resultou em economia de tempo, padronização das entregas e maior qualidade nos processos conduzidos pela área de Pessoas e Cultura.

Segundo nota de Patrícia Braga, superintendente da área, a automação de cobranças de treinamentos obrigatórios é um dos exemplos mais emblemáticos. A tarefa, que antes exigia cerca de 2 horas e 15 minutos, agora leva apenas 6 minutos: uma redução de 96%. “Alimentamos a IA para que ela conhecesse os nossos procedimentos e, dessa forma, conseguimos definir um código automatizado que expede um aviso aos colaboradores que ainda precisam realizar o treinamento”, explica.

O impacto também alcançou o recrutamento. Antes manual, o processo de transcrição e análise de entrevistas passou a ser automatizado, reduzindo em 85% o tempo gasto, sendo necessários apenas 3 minutos. Com o cruzamento de respostas e recuperação de trechos de entrevistas em caso de dúvida, a seleção ficou mais precisa e transparente.

Uso estratégico em processos de RH

Os avanços seguem uma tendência que ganha força no setor de recursos humanos. De acordo com a pesquisa AI for HR, do Distrito, o recrutamento e seleção lideram as aplicações de IA em RH no Brasil (38%), seguidos por treinamento e desenvolvimento (19,8%) e gestão de desempenho (15,7%).

No BS2, até a avaliação de performance da diretoria executiva passou a contar com soluções inteligentes, permitindo a internalização do processo e a criação de uma base comparativa sobre o desempenho da alta liderança. “Nosso Conselho de Administração e o CEO da nossa organização conseguiram ter uma visão mais detalhada dos executivos por meio do conteúdo que foi produzido a partir das entrevistas, dos relatórios das entregas e dos assessments dos executivos realizados pelos seus pares e diretores”, contou Patrícia.

Apesar do avanço tecnológico, a instituição reforça que o protagonismo humano permanece essencial. Renata Pentagna Guimarães, diretora executiva de Pessoas e Cultura do BS2, falou também em nota que tomadas de decisões e definições de estratégias são feitas por pessoas, uma vez que “a capacitação das lideranças, as mentorias dos colaboradores, os comitês de calibragem demandam debates, reflexões e troca entre pessoas. Agora, para trabalhos rotineiros que oneravam o nosso time em termos de tempo, os novos recursos são muito bem-vindos”.

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