
O Grupo Equatorial está apostando na a modernização de suas operações com o Projeto Rally, iniciativa que utiliza inteligência artificial e visão computacional para transformar processos manuais em fluxos digitais integrados. A ferramenta permite uma fiscalização mais ágil e baseada em dados, alinhada à estratégia do grupo, que destina R$ 400 milhões a mais de 40 projetos de inovação e eficiência operacional.
Em operação desde 2025 no Amapá e Alagoas, o Projeto Rally iniciou este ano a implantação no Maranhão e no Pará. A implementação ocorre de forma gradual, com treinamentos, entradas em operação e acompanhamento assistido das equipes, garantindo adaptação ao modelo digital. A solução digitaliza inspeções em campo, valida automaticamente informações coletadas e calcula o Consumo Não Registrado (CNR).
“O Projeto Rally é um pilar estratégico para o Grupo Equatorial, porque qualifica e fortalece o combate às perdas comerciais de energia. Ao digitalizar a fiscalização e integrar inteligência artificial aos processos, conseguimos elevar o nível de eficiência operacional e a confiabilidade das informações em campo”, contou em nota Maurício Velloso, diretor de Inovação, Clientes e Serviços do Grupo Equatorial.
Inspeções inteligentes
Parte da estratégia de inovação do grupo, o projeto busca aprimorar a detecção de irregularidades no consumo de energia e aumentar a confiabilidade dos registros em campo, ao mesmo tempo em que simplifica processos de backoffice. Por meio de tablets, as equipes realizam inspeções com validação automática das informações, enquanto o sistema avalia a qualidade das imagens, sinaliza registros faltantes, calcula o (CNR) e permite emitir laudos, TOI e comprovantes diretamente no local da fiscalização.
Segundo Velloso, a solução substitui processos manuais por decisões baseadas em dados e inteligência analítica, promovendo ganhos em eficiência, padronização e segurança da informação. Em operação no Amapá, Alagoas, Maranhão e Pará, o Rally será expandido em 2026 para o Piauí e o Rio Grande do Sul. Ele destaca que o “objetivo é escalar uma solução digital, inteligente e padronizada, capaz de fortalecer o combate às perdas em todas as concessões”.






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