
O Magalu encerrou a 2ª edição do Mutirão do Eletrônico com um avanço significativo na pauta da economia circular: 87 toneladas de resíduos eletroeletrônicos foram arrecadadas por escolas da Zona Norte de São Paulo e encaminhadas para reciclagem. O resultado, anunciado durante a premiação na Arena Magalu, mostra a força mobilizadora da iniciativa, que presenteou com quase 100 novos laptops as instituições com melhor desempenho. Ao todo, 99 escolas estaduais, técnicas e particulares participaram da campanha, lançada em agosto com apoio da Secretaria de Educação de São Paulo e do Centro Paula Souza.
O mutirão integra o Programa de Logística Reversa de Eletroeletrônicos do Magalu e foi estruturado em seis etapas, que vão desde a formação de educadores ao engajamento estudantil, passando pela atuação de cerca de 200 voluntários da companhia como embaixadores da circularidade.
A coordenadora de impacto ambiental do Magalu, Natália Proença, explicou em nota que a edição ampliou o foco educacional ao incluir uma trilha formativa sobre economia circular. “A primeira edição, em Franca, demonstrou o potencial de mobilização dos estudantes, com 39 toneladas coletadas. Agora, as escolas da Zona Norte chegaram mais bem preparadas para a arrecadação dos resíduos, compreendendo melhor os conceitos de circularidade e reciclagem, e o resultado foi incrível”, afirmou Natália.
Educação apoiando a sustentabilidade
A capacitação, conduzida pelo Movimento Circular, destacou riscos socioambientais do descarte inadequado de eletrônicos e práticas para promover circularidade no cotidiano. Para o diretor-geral da organização, Vinicius Saraceni, inserir a arrecadação em um contexto pedagógico ampliou o impacto. Ele destacou também em nota que “todos os números superaram as expectativas e mostraram que, quando a arrecadação está inserida em um contexto significativo, o impacto educacional e ambiental se multiplica”.
Gestores escolares também apontam efeitos duradouros, uma vez que o mutirão leva educação ambiental prática às salas de aula, ao mesmo tempo em que retira um volume expressivo de resíduos das residências e do meio ambiente.
A logística de ponta a ponta foi realizada pela ABREE, responsável por garantir a destinação segura dos materiais. Segundo nota do presidente da entidade, Robson Esteves, a iniciativa demonstra como a integração entre poder público, empresas e sociedade civil fortalece a economia circular e reduz impactos ambientais. O mutirão contou ainda com apoio da Netshoes, da Positivo Tecnologia e do Grupo Mulheres do Brasil.
Criado em 2021, o Programa de Logística Reversa do Magalu mantém 1.246 pontos de coleta em lojas da rede em todo o país. Desde então, a companhia já encaminhou mais de 200 toneladas de resíduos eletrônicos para reciclagem.






Sem comentários registrados