Foto: Campaign Creators/Unsplash

A expansão dos negócios colocou um desafio para a área de tecnologia da Steck: como aumentar a capacidade operacional sem deixar a infraestrutura de TI para trás? A resposta veio com uma transformação conduzida em parceria com a Claranet, envolvendo migração para a nuvem, segurança cibernética, business intelligence, monitoramento e adequação regulatória.

A fabricante do setor elétrico vinha enfrentando dificuldades para lidar com períodos de maior demanda, a infraestrutura existente já não oferecia a flexibilidade necessária para acompanhar o ritmo da operação. Em nota, Renato Nogueira, gerente de Tecnologia da Informação da Steck, contou que “nos momentos de grande volume de vendas, estávamos com dificuldade para absorver as demandas. Entendemos, portanto, que o modelo que estava desenhado não atenderia aquele crescimento”.

A migração de parte da infraestrutura para a cloud foi uma das principais etapas do projeto. A mudança permitiu ampliar a capacidade tecnológica conforme as necessidades do negócio e, ao mesmo tempo, reforçar os mecanismos de segurança. “Com o crescimento, precisávamos nos preocupar com a segurança e consolidar nossa estrutura para acompanhar essa evolução. Quando levamos essa estrutura para a cloud, ganhamos muito em segurança e passamos a ter uma operação mais preparada para crescer”, apontou Nogueira.

Com uma infraestrutura mais preparada para variações de demanda, a Steck conseguiu melhorar a eficiência operacional e diminuir a pressão sobre a equipe interna de TI. Entre os indicadores acompanhados pela companhia estão disponibilidade dos sistemas, desempenho, custos, produtividade, tempo de resposta e experiência dos usuários. A empresa também monitora a quantidade de sistemas migrados, usuários afetados, volume de dados movimentado e evolução da capacidade operacional.

Segurança e dados ganham espaço

O trabalho não ficou restrito à infraestrutura. A parceria também avançou para projetos de BI, monitoramento e cibersegurança. A empresa passou ainda a trabalhar na adequação da operação às exigências de privacidade e proteção de dados. A estratégia inclui projetos de conformidade regulatória e um roadmap para ampliar continuamente as iniciativas de segurança e o uso de serviços em nuvem. Com maior capacidade operacional, a companhia conseguiu sustentar uma expansão que já se refletiu no aumento da produção e, consequentemente, no faturamento.

Um dos efeitos mais relevantes da transformação ocorreu dentro da própria área de tecnologia. Com parte da operação apoiada por uma equipe especializada, os profissionais da Steck passaram a dedicar mais tempo à análise e ao planejamento. Nogueira contou que “a equipe de TI passava o tempo apagando incêndios. Hoje, conseguimos ser mais analíticos, olhar para dentro de casa e pensar no futuro enquanto contamos com uma equipe especializada cuidando da operação”.

Parceria com foco no negócio

Outro ponto importante foi o modelo de trabalho adotado pela Claranet. A abordagem consultiva foi um dos fatores que contribuíram para a evolução do projeto. “A maioria das empresas tenta empurrar soluções que não são necessárias. O que diferencia um bom fornecedor é entender o cliente e oferecer apenas aquilo que realmente faz sentido. Essa transparência foi fundamental para construirmos uma relação de confiança”, destacou Nogueira.

Daniel Galante, CEO da Claranet, explicou também em nota que a estratégia partiu das necessidades da Steck, e não de um pacote fechado de tecnologias. “Não chegamos à Steck com um catálogo de soluções. Chegamos para entender onde o crescimento estava travado e trabalhar de dentro para fora. É assim que um projeto de tecnologia se torna um projeto de negócio e gera valor real para o cliente”, afirmou.

A Steck agora pretende ampliar o uso da nuvem e avançar com as iniciativas de segurança e conformidade. A expectativa é manter a infraestrutura tecnológica alinhada ao crescimento da empresa e às mudanças do setor elétrico. Nogueira finalizou dizendo que “A parceria com a Claranet nos proporcionou a segurança e a escalabilidade necessárias para darmos os próximos passos no mercado. Mais do que modernizar nossa TI, essa jornada nos deu a agilidade necessária para antecipar as demandas do setor elétrico e garantir que a Steck continue liderando a inovação e entregando valor máximo aos nossos clientes na era digital”.

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