Advogada especialista em direito médico e da saúde, Juliana Hasse traz a governança como ponto central para evitar problemas no uso da inteligência artificial na prática médica. Ela lembra da corresponsabilização e afirma que os médicos ao negarem ou aceitarem um parecer da IA precisam justificar e deixar tudo registrado no prontuário do paciente.

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