
A Claro e o Instituto Claro consolidaram, em 2025, uma agenda ESG com avanço simultâneo em frentes sociais, ambientais e de governança. O Relatório de Impacto divulgado pelas organizações mostra ampliação do engajamento de colaboradores e públicos estratégicos, além da adesão conjunta a sete movimentos do Pacto Global da ONU – Rede Brasil, reforçando o alinhamento à Agenda 2030. No período, as iniciativas sociais alcançaram mais de 2,9 milhões de pessoas no país.
Entre os destaques de 2025, a Claro avançou em iniciativas alinhadas ao ODS 05 – Igualdade de Gênero, com o lançamento do Mulher+Tech, em parceria com a Anatel e a ONU Mulheres, além do apoio ao Abrigo Amigo Claro. A expansão do programa de energia renovável consolidou a operação elevando a participação de fontes limpas na matriz da companhia.
Daniely Gomiero, Diretora de Desenvolvimento Humano Organizacional, Cultura e Sustentabilidade na Claro e Vice-Presidente de Projetos do Instituto Claro, contou em nota que “o desempenho da Claro e do Instituto Claro em 2025 reflete o resultado de uma governança sólida e do compromisso da empresa com as práticas de sustentabilidade. A chegada dos Diálogos Transformadores em São Paulo e a mobilização do Conexão Voluntária que resultou – entre diversas outras ações – na arrecadação de mais de 51 toneladas de alimentos, evidenciam essa força coletiva por meio de conexões e propósito”.
ESG ganha escala com impacto mensurável
No eixo social, programas voltados à educação, inclusão produtiva e cidadania ganharam escala e diversidade. A reformulação do Educonexão passou a focar diretamente educadores da rede pública, enquanto o Campus Mobile registrou crescimento no número de projetos e maior representatividade entre finalistas. Em paralelo, a parceria com o UNICEF ampliou oportunidades para jovens em situação de vulnerabilidade, e o voluntariado corporativo expandiu o alcance a centenas de instituições, com crescimento relevante no número de beneficiados.
Na frente ambiental, a companhia avançou na transição energética ao atingir 122 usinas em operação, garantindo que mais de 80% da energia consumida tenha origem limpa ou renovável. Iniciativas de economia circular também evoluíram, com destinação adequada de resíduos eletrônicos e ampliação da logística reversa de equipamentos. Projetos de conservação apoiados pelo Instituto contribuíram para a preservação de espécies na Amazônia, conectando atuação empresarial a impactos diretos em biodiversidade.
Em governança, a empresa reforçou sua estrutura com certificações internacionais em integridade, compliance e segurança ocupacional, sinalizando maturidade em práticas corporativas. No recorte de equidade de gênero, ações como o programa de formação tecnológica para mulheres e iniciativas de proteção e acolhimento ampliaram a presença do tema na estratégia.






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