
A JBS já soma mais de 71 mil consultas realizadas pelo Cowbot, ferramenta que permite verificar informações socioambientais de propriedades rurais pelo WhatsApp. Criada para facilitar o acesso a dados da cadeia de fornecimento, a solução registrou forte avanço no uso ao longo de 2026.
Entre janeiro e julho deste ano, foram 23,6 mil análises, número 26% maior que o total registrado durante o primeiro ano de operação. O resultado também representa mais de 80% das consultas feitas ao longo de todo o ano de 2025. Em 2026, a média mensal alcançou 3.704 consultas, crescimento de 68% em relação a 2025. A média diária também passou de 112 para 172 análises por dia útil.
Fábio Dias, líder de Pecuária Sustentável da JBS, destacou em nota que “o crescimento das consultas mostra que o acesso à informação socioambiental está se tornando cada vez mais parte da rotina do setor. O Cowbot facilita esse processo e dá ao produtor mais autonomia para acompanhar sua cadeia e tomar decisões responsáveis”.
Consulta pelo WhatsApp
O funcionamento é baseado em uma conversa pelo WhatsApp, na qual o usuário informa a localização de uma propriedade rural ou o número do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e recebe uma análise sobre sua situação socioambiental.
Entre os critérios avaliados estão possíveis registros de desmatamento, embargos ambientais e sobreposição com terras indígenas, territórios quilombolas e unidades de conservação. A ferramenta pode ser usada não apenas na pecuária, mas também em operações relacionadas à compra de grãos e outras commodities agrícolas.
A velocidade é outro ponto relevante. O Cowbot apresenta resposta média em menos de um minuto, reduzindo uma etapa que anteriormente poderia levar dias e exigir a participação de intermediários.
O uso recorrente também chama atenção, já que três em cada quatro usuários voltam a utilizar a ferramenta para realizar novas consultas, segundo os dados divulgados pela companhia.
A solução já foi utilizada por produtores de 20 estados brasileiros, alcançando todas as regiões do país. O uso ocorre inclusive em localidades que não fazem parte da área de atuação da JBS.






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